Alertas severos do furacão Helene se confirmaram e número de mortos passa de 60

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Cenário devastador
O
furacão Helene tocou o solo pela região do Big Bend, na Flórida,
extremamente forte, com rajadas de vento de 215 km/h na noite da
quinta-feira, dia 26.
Àqueles que não seguiram os alertas de evacuação das áreas costeiras ficaram em apuros e alto risco. As inundações foram violentas e arrastaram veículos e moradias, deixando um cenário de completa destruição com danos generalizados por onde o furacão passou.
Helene avançou potente pelo interior do continente
Já
rebaixada como tempestade tropical, Helene também causou graves
inundações na Carolina do Sul e na Carolina do Norte. O Serviço Nacional
de Meteorologia (NWS) de Greenville-Spartanburg, classificou como o
pior evento da história da região com forte impacto e devastação.

O número de mortos chegou a 40 na Flórida na manhã do sábado e estava em 64 nos estados da Flórida, Geórgia, Virgínia, Carolina do Sul e Carolina do Norte neste domingo, de acordo com as últimas atualizações das autoridades.
águas, a queda de árvores e tornados também fizeram vítimas.
O trajeto de Helene deixou vários estados do leste dos Estados Unidos sem energia elétrica e cerca de 3 milhões de clientes ficaram sem luz durante o fim de semana, pelo PowerOutage.us.

Água do mar muito quente impulsionou Helene
Helene
começou a se desenvolver no Caribe, entre Cuba e a Península de
Yucatán, onde também provocou inundações e foi alimentada todo o tempo
por águas extremamente quentes, um dos principais fatores para
impulsionar os furacões.
Quando a primeira perturbação surgiu nessa região, os especialistas já observaram que algo intenso poderia se desenvolver. Isto porque, já havia sinais preocupantes na temperatura do oceano entre o Mar do Caribe e o Golfo do México.
Dados da temperatura da superfície do mar, juntamente a observações de satélite em meados de setembro, mostraram uma
água do oceano muito mais quente do que o normal se estendendo para o norte do Mar do Caribe em direção a região do Panhandle da Flórida, no Golfo do México, sustentada por correntes específicas da região.

Os especialistas chamaram a atenção para o cenário muito perigoso com alto estoque de energia para alimentar os furacões.
Segundo dados da NOAA e da NASA, a temperatura das águas superficiais estavam acima de 27,8 °C em 23 de setembro na região e chegou a 31°C na maior parte do caminho por onde Helene passou sobre o Golfo do México.
O furacão Helene, o mais severo em intensidade e danos desta temporada do Atlântico Norte até o momento, é a décima tempestade a ser nomeada e o quinto furacão a se formar.
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